Agricultura preditiva e autônoma: o futuro do agronegócio brasileiro

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Agricultura preditiva e autônoma: o futuro do agronegócio brasileiro

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Os avanços tecnológicos no campo não param. Nesse cenário, a análise de dados e uso da automação para realizar atividades agrícolas e prevenir perdas se tornou uma forte tendência para o futuro do agronegócio. É o que chamamos de agricultura preditiva e autônoma.

Seu papel é realizar projeções futuras a partir de análises de dados e possibilitar o uso da automação na colheita, detecção de pragas, aplicação de insumos, dentre outras atividades.

Neste artigo vamos explicar como a agricultura preditiva funciona e qual é a sua importância para o agronegócio.

Continue a leitura e confira!

O que é agricultura preditiva e autônoma?

Em síntese, a agricultura preditiva consiste basicamente em uma técnica que permite a criação de projeções úteis para a produção agrícola em diversas frentes, desde a incidência de pragas no campo até a possível quebra de uma máquina, viabilizando a tomada de decisões de forma antecipada.

Em outras palavras, ela utiliza a análise de dados para ter conhecimento prévio sobre o comportamento do clima, umidade, temperatura, fertilidade do solo entre outras informações.

Esses dados são obtidos por meio de recursos tecnológicos desenvolvidos para atender as necessidades do campo. Assim, com o uso de dados do campo e automação de equipamentos é possível realizar as atividades rurais.

Como exemplo, podemos citar um trator autônomo, que recebe dados de previsão do tempo e com base nisso, determina quando deve realizar o seu trabalho nas melhores condições de clima. Assim, se o clima piorar, ele pode parar automaticamente e continuar sua tarefa quando a situação melhorar.

Em resumo, a agricultura preditiva e autônoma unem o uso de dados e equipamentos agrícolas autônomos para aumentar a produtividade e gerar melhores resultados para a fazenda.

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Quais tecnologias fazem parte da agricultura preditiva?

Entre as tecnologias utilizadas na agricultura preditiva temos:

  • Inteligência Artificial;
  • Big Data;
  • Dispositivos sensoriais;
  • Robótica e automação.

Entenda a seguir, como funciona cada uma delas!

Inteligência artificial

A inteligência artificial tem sido uma grande aliada na agricultura, sobretudo, para realizar uma produção sustentável. Isso porque, tecnologias inovadoras conseguem garantir resultados mais expressivos de cultivo e colheita, utilizando a mesma quantidade de terra.

Por meio de redes instaladas no campo, é possível monitorar, em tempo real, a lavoura como um todo, desde operações mecanizadas até a quantidade de chuva que atinge cada setor. E mais, é possível fazer a rastreabilidade da produção de forma automatizada.

Na prática, a inteligência artificial é capaz de analisar uma grande quantidade de dados. Dessa forma, o gestor de uma propriedade rural consegue tomar decisões complexas ao mesmo tempo que aprende com os erros e novas informações adicionadas.

A alta conectividade, que já chegou ao campo, permite a coleta e o envio de informações sobre cada pedaço do talhão, que pode ser monitorado em tempo real. Com base nesses dados, recursos de Inteligência Artificial conseguem avaliar o desempenho e apontar soluções para todas as operações que se passam no campo, tornando-se verdadeiros assistentes pessoais (e virtuais) do gestor rural.

Em virtude da análise do grande volume de dados, ela é capaz de identificar padrões não percebidos por humanos. Assim, aprimora práticas de produção, eleva padrões de qualidade e a aumenta a eficiência operacional das fazendas.

Big Data

Em síntese, a agricultura preditiva não tem nada de instintiva — ela é matemática. Nesse sentido, para que as tecnologias funcionem com eficiência, elas precisam se basear em uma grande quantidade de dados internos e externos.

Afinal, é por meio deles que será possível realizar análises, comparações, avaliações de estratégias e tomadas de decisões.

Nesse cenário, o Big Data é o meio pelo qual as informações são obtidas, uma vez que consiste em um sistema inteligente de armazenamento e análise de dados.

Alguns tipos de dados e registros que o Big Data é capaz de fornecer são:

  • Vídeos de Geolocalização;
  • Características do solo;
  • Históricos de consumo de água;
  • Rotação de culturas.

Dispositivos sensoriais

Em resumo, os dispositivos sensoriais são responsáveis por alimentar sensores que alimentam o Big Data com dados locais, possibilitando o monitoramento em tempo real e a resolução rápida e precisa de qualquer situação.

Dessa forma, sensores de umidade, por exemplo, funcionam para regular a irrigação e consequentemente economizam água e mantém as plantas em um ótimo estado.

Outros tipos de monitoramentos que podem ser realizados por dispositivos são:

  • Incidência de luz em uma área ou estrato florestal;
  • Temperatura do ar e do solo;
  • Nutrientes, acidez e nível de compactação do solo;
  • Velocidade do vento.

Robótica e automação

Em suma, trabalhos agrícolas como colheita, semeadura e aplicação de insumos estão caminhando para a automação plena, com monitoramento a distância pela internet.

Assim, além de realizar as tarefas diárias da fazenda, os sistemas robóticos ajudam a reduzir custos uma vez que as tecnologias permitem que os produtores utilizem menos pesticidas/ água, desperdicem menos insumos e melhorem a sustentabilidade ambiental.

Entre os mais usados atualmente estão as máquinas agrícolas movidas a GPS que fazem percursos sozinhas e com extrema precisão e os drones que sobrevoam fazendas, ajudando na avaliação do micro e do macro.

Quais são as vantagens da agricultura preditiva?

Não há dúvidas que a principal vantagem da agricultura preditiva é ter acesso aos possíveis cenários futuros para que decisões possam ser tomadas de forma antecipada.

Isso permite ao agricultor consiga reduzir a utilização de insumos, como defensivos agrícolas, o que leva a diminuição de custos de produção e a minimização de danos ao solo e ao meio ambiente.

Além disso, proporciona o desenvolvimento mais rápido da lavoura, visto que favorece a realização de ações baseadas em previsões das necessidades da plantação, como medidas de prevenção para o controle de pragas antes que elas apareçam.

Contudo, esses benefícios são importantes porque permitem que o agricultor produza de forma eficiente, com menos trabalho e maior produtividade.

Em geral, a agricultura preditiva não só ajuda a melhorar a qualidade dos produtos como também permite que o produtor maximize os ganhos.

Conclusão

Enfim, a agricultura preditiva funciona por meio de inovações tecnológicas que possibilitam mais eficiência e agilidade no trabalho do campo.

Com acesso a dados específicos do solo, clima, umidade, temperatura e pragas, é possível se antecipar aos problemas, prevenir complicações e tomar decisões assertivas.

A princípio, pode até parecer complexo, mas a tecnologia tende a simplificar, agilizar e otimizar os cuidados com a propriedade e tornar a tomada de decisão mais segura e consciente.

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Quer saber mais sobre tecnologia no campo? Leia nosso artigo sobre agricultura de precisão.

Até a próxima!


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